Manutenção de CFTV para condomínios comerciais
Manutenção de CFTV em áreas comuns de condomínios comerciais de São Paulo, com laudo que delimita o que é do condomínio e o que é da unidade.
- Responsabilidade
- Responsável técnico nomeado
- Comparecimento
- SLA 1h30 Zona Oeste
- Segmento
- Exclusivo B2B
Chamar o técnico
Nome e telefone bastam. Retornamos em seguida pelo WhatsApp.
Laudo técnico em toda visita
Ordem de Serviço e parecer assinado
Responsável Técnico Nomeado
Marcos Costa responde pelos serviços executados
Seguro de Resp. Civil
Execução e equipamentos cobertos
CNPJ 32.957.851/0002-02
Empresa habilitada para licitação/B2B
Resposta rápida
Em condomínio comercial, o primeiro trabalho é delimitar o escopo: o que é sistema de área comum, sob responsabilidade do condomínio, e o que é da unidade privativa.
Sem essa separação, o chamado trava na dúvida sobre quem autoriza e quem paga.
Visita emergencial de R$ 700 em horário comercial. Contratos de manutenção preventiva a partir de R$ 700 por mês.
Visão Geral Técnica
Sobre Manutenção de CFTV para condomínios comerciais
Condomínio comercial tem uma complicação que não existe em empresa com CNPJ único: o sistema não pertence a uma pessoa só.
A portaria, o hall, os elevadores, as garagens, as escadas e o perímetro são área comum, e o CFTV que cobre isso é do condomínio — contratado pela administração, pago pelo rateio, autorizado pelo síndico. Já a câmera dentro de uma sala, a fechadura da porta daquela unidade e o gravador que um locatário instalou por conta própria pertencem ao condômino.
Na prática os dois se misturam. É comum encontrar câmera de unidade pendurada no rack do condomínio, ponto de área comum alimentado pelo quadro de uma sala, e cabeamento sem identificação de ninguém. Quando algo falha, a primeira discussão não é técnica — é sobre quem autoriza o reparo e quem paga.
Por isso a primeira visita aqui produz, antes do reparo, um mapa de escopo: cada ponto identificado como comum ou privativo, com o que alimenta cada um e onde está gravando. Esse documento é o que permite ao síndico aprovar um orçamento sem risco de estar pagando pelo sistema de um condômino.
Diagnóstico de Falhas
Sintomas comuns identificados em campo
Processo Padronizado
Como funciona o atendimento em 4 etapas
Chamado & Triagem
Atendimento imediato via site ou WhatsApp para alinhamento inicial do chamado.
Inspeção Presencial
20 minutos de verificação do estado real com checklist técnico e fotos.
Laudo & Plano Técnico
Emissão de laudo detalhado sobre situação encontrada e plano de ação.
Execução Garantida
Execução dos reparos ou manutenção com respaldo de seguro de responsabilidade civil.
Detalhamento Operacional
Escopo de Cobertura
O que está incluso
- Mapa de escopo: cada ponto identificado como área comum ou unidade privativa
- Identificação do que alimenta cada ponto e de onde ele grava
- Teste individual das câmeras de área comum
- Verificação de gravação efetiva com busca por data e hora
- Conferência de sincronismo de data e hora entre os equipamentos
- Ordem de Serviço e laudo técnico separando o que é comum do que é privativo
- Orçamento apresentado antes de qualquer substituição de peça
O que não está incluso
- Sistemas internos de unidades privativas, salvo contratação direta do condômino
- Peças e equipamentos de reposição — orçados à parte, trocados só após aprovação
- Obra civil e infraestrutura predial
- Atendimento residencial — a MAGE Service atende exclusivamente B2B
Diferencial de Engenharia
De quem é a responsabilidade: do condomínio ou da unidade?
A divisão segue a mesma lógica de qualquer outra instalação predial, e é melhor resolvida em mapa do que em discussão.
Do condomínio: portaria e recepção, halls, elevadores, escadas, corredores comuns, garagens coletivas, acessos de pedestre e veículo, perímetro e fachada, além do rack e da infraestrutura vertical que serve esses pontos.
Da unidade: câmeras internas da sala, fechadura e controle de acesso da porta da unidade, e gravadores instalados pelo próprio condômino — mesmo que fisicamente acomodados no rack comum.
Os casos que geram discussão são sempre os de fronteira, e há três recorrentes:
- Câmera da unidade no rack comum. Existe por conveniência de instalação. Funciona, mas cria dependência: uma intervenção no rack do condomínio derruba o sistema de um condômino que não foi avisado.
- Vaga de garagem demarcada. A garagem é comum, a vaga é de uso exclusivo. Câmera cobrindo a circulação é do condomínio; câmera apontada para uma vaga específica costuma ser demanda individual.
- Porta da unidade. A porta é privativa, o corredor é comum. Câmera que cobre o corredor registra a porta como consequência — o que é diferente de instalar um ponto dedicado a ela.
O laudo separa os dois lados justamente para que o síndico aprove orçamento de área comum sabendo que não está pagando pelo sistema de ninguém.
Conteúdo técnico revisado por Marcos Costa, responsável técnico da MAGE Service. Responde tecnicamente pelos serviços executados.
Última revisão:
Política Transparente
Investimento e Condições de Atendimento
Visita emergencial pontual de R$ 700 em horário comercial e R$ 900 em fim de semana e feriado. Contratos de manutenção preventiva (SMPR) a partir de R$ 700 por mês, com 100% da mão de obra da visita emergencial abatida na primeira mensalidade.
Desconto de Conversão
A taxa de visita emergencial é abatida integralmente da 1ª mensalidade do contrato.
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Dúvidas Frequentes
Perguntas sobre Manutenção de CFTV para condomínios comerciais
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